Brasil perde da Dinamarca e é eliminado nas quartas do Mundial de Handebol

Em 2011, em casa, em São Paulo, a seleção feminina passou invicta pela primeira fase e caiu nas quartas para a Rússia

| CORREIO DO ESTADO / FOLHAPRESS


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A seleção brasileira feminina de handebol encerrou nesta terça-feira (14) aquela que foi uma das três melhores campanhas da equipe na história dos Campeonatos Mundiais. 

Depois de cinco vitórias em seis jogos nas duas primeiras fases, o Brasil sucumbiu diante da favorita Dinamarca, por 30 a 25, em jogo válido pelas quartas de final do Mundial que está sendo jogado na Espanha.

Esta foi somente a terceira vez que o Brasil chegou tão longe em um Mundial no handebol, sempre no feminino. 

Em 2011, em casa, em São Paulo, a seleção passou invicta pela primeira fase e caiu nas quartas para a Rússia, em derrota dolorida por um gol de diferença. No ano seguinte, foi campeã mundial.

Desde aquele título inédito, porém, o Brasil não fazia uma boa campanha em Mundiais. 

A equipe foi 17ª no Mundial de 2019, 18ª em 2017 e décima em 2015. Nos Jogos Olímpicos do Rio, caiu nas quartas. 

Em Tóquio-2020, nem passou da primeira fase. Em uma modalidade dominada pelas europeias, desde 2013, exatamente com o Brasil, nenhum time de fora da Europa terminava o Mundial entre os oito primeiros.

Neste início de novo ciclo, o time deixou de contar com Alexandra, ex-melhor do mundo, que se aposentou, e com Duda, ainda uma das melhores atletas em atividade no handebol, que vai se aposentar ao fim da temporada. 

A jogadora optou por não mais defender a seleção, mas foi à Espanha e acompanhou todos os jogos da primeira fase na arquibancada, acompanhada de Dara e Dani Piedade, também campeãs mundiais.

Do grupo que foi a base da seleção brasileira na última década, seguem na seleção Ana Paula e Babi, que lideraram a campanha brasileira no Mundial junto especialmente de Bruna de Paula, grande nome da nova geração. 

Também houve mudança de treinador, com a saída do espanhol Jorge Dueñas e a promoção do seu antigo auxiliar Cristiano Rocha ao cargo de técnico.

Diante da Dinamarca, porém, o time brasileiro encontrou às duas melhores goleiras da competição, e sofreu para achar espaço para tiros frontais, ficando dependente das bolas de ponta. 

A partida ficou parelha por 40 minutos, com a Dinamarca indo para o intervalo com um gol de vantagem, mas as europeias dispararam no placar depois que o Brasil não conseguiu aproveitar uma vantagem numérica em quadra e chegou a passar oito minutos sem marcar gols.

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