Abertura de estrada avança no Pantanal e construtora prevê antecipar entrega

| CAROLINE MALDONADO / CAMPO GRANDE NEWS


Primeiros quilômetros de obra da nova estrada, que ligará Porto Esperança a BR-262 (Foto: Divulgação/Governo do Estado)
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A obra de implantação de 11,2 quilômetros de rodovia que farão o distrito de Porto Esperança, às margens do Rio Paraguai, ter acesso à rodovia federal BR-262, estão em fase de  topografia e terraplenagem. São duas frentes de serviço com 30 trabalhadores.

O prazo é de um ano para finalizar a obra de R$ 20,7 milhões, cuja ordem de serviço imediata foi assinada em agosto deste ano pelo governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), No entanto, a construtora sinalizou que pode entregar antes, a pedido do governador.

“Vai trazer algumas dificuldades operacionais para trabalhar o solo e levantar a estrada. Vamos acelerar a obra para aproveitar o período de estiagem', disse o engenheiro da obra, Maykon Lennon.

Até agora, mais de dois quilômetros de estrada já foram abertos na planície pantaneira. A obra gera expectativa entre moradores do distrito, segundo a presidente da associação de moradores, Natalina Mendes.

“Uma viagem de ida e volta a Corumbá custa em média R$ 300,00, incluindo barco e ônibus. Quando alguém fica doente é um Deus nos acuda, pois nem todo morador tem condições de pagar o transporte pelo rio', conta a moradora.

A abertura da estrada pela empresa Equipe Construtora começou em um trecho próximo à rodovia federal, de onde se avista a movimentação de operários e máquinas.

Os trabalhos iniciais consistem na marcação do seu eixo e topografia, que já estão 85% realizados.

Dois quilômetros recebem serviço de nivelamento para implantação do aterro, que chegará a 3,5 metros em alguns pontos, de acordo com o governo do Estado.

Com a obra, o acesso a Porto Esperança pela BR-262 terá uma interseção no cruzamento com a rodovia a uma distância de 6,5 quilômetros da ponte sobre o Rio Paraguai, no sentido Miranda-Corumbá, no Porto Morrinho.

Será uma estrada de revestimento primário com dois tipos de materiais. Haverá camadas de cascalho e resíduos de minério de ferro cedidos pela mineradora Vale, que opera porto fluvial no distrito. O projeto inclui, ainda, duas pontes de concreto e bueiros.



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